Breves #4

Eu percebo perfeitamente a relação entre o seleccionador nacional e o presidente da federação: um quer subverter a selecção a um esquema de angariação de receitas para pagamento das obras faraónicas que está a projectar no Jamor; o seleccionador aceita porque no fundo quer fazer pouco (de mês a mês) e ganhar o dele; com um seleccionador a sério acabavam-se os amigáveis em Boston contra a Irlanda bem como os do Panamá e do Gabão. O seleccionador por seu lado faz um laisser-passer da estratégia do presidente da federação porque sabe que ganha aquilo que não ganhará noutra entidade patronal e neste mundo é mais um treinador sem mercado. Vicissitudes de uma relação baseada na incompetência.

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