E se…

afinal o ovo não estiver no cú da galinha? Quero com isto dizer: e se o TAS não aceitar o recurso apresentado como Fernando Santos? Teremos uma invenção histórica (nós que somos muito dados a invenções históricas que mudaram o mundo) na qual o seleccionador não é bem seleccionador e é apenas, ao bom estilo do rugby, um manager que convoca e treina durante a semana assistindo aos jogos de um camarote televisionado onde vê a partida e dá indicações por walkie-tokie para o treinador no banco de suplentes? Se assim for durante 8 jogos, valerá a pena aos cofres da FPF pagar 100 mil euros mensais (1 milhão de euros anuais\estamos a falar de valores altíssimos para a actual conjuntura financeira da FPF) por um profissional que fará menos do que um seleccionador normal, ou seja, um indivíduo que per se já trabalha pouco?

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