Messi recusa-se a ser substituído

Primeira derrota para o novo treinador do Barcelona. Desde o primeiro dia no comando técnico do clube que Luis Enrique afirmou que iria fazer uma rotação natural do plantel e que todos os jogadores da equipa participariam nessa rotação. Nos primeiros jogos da temporada, Luis Enrique não se coibiu de não convocar Daniel Alves ou Neymar, poupando-os quando entendeu que fisicamente os jogadores precisavam de descansar e que o rendimento da equipa precisava de ser fomentado graças à competitividade que a rotação (desde que devidamente controlada) promove.

Ao minuto 76 do jogo contra o Eibar, o técnico pediu a Messi que saísse do terreno de jogo e se sentasse no banco. O argentino disse não e o treinador catalão ficou deveras apreensivo com a atitude do seu jogador. A relutância demonstrada pelo jogador é uma autêntica dor-de-cabeça para o treinador. Ao não concordar com a sua escolha, o jogador retirou o grau de autoridade que o treinador deverá sempre ter sobre a equipa. Contudo, Luis Enrique não poderá recuperar a autoridade perdida com a aplicação de um castigo ao argentino porque tal cenário é, em primeiro lugar, pela dimensão do jogador no clube catalão, inexequível, em segundo lugar, pelo seu rendimento, também inexequível e em terceiro lugar, um acto passível de provocar descontentamento no jogador e instabilidade no balneário.

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